Eclâmpsia: Emergência Obstétrica

A eclâmpsia é definida como convulsão tônico-clônica generalizada em gestante com pré-eclâmpsia (ou puérpera até 10 dias pós-parto). É uma das principais causas de morte materna no Brasil. Saiba mais sobre Pré-Eclâmpsia.

  1. Proteger a paciente: decúbito lateral E, guedel, asperar secreções, O2
  2. Sulfato de magnésio: ataque 4g IV em 20 min + manutenção 1-2g/h. NÃO usar diazepam ou fenitoína
  3. Anti-hipertensivo: hidralazina 5mg IV se PA ≥ 160/110
  4. Avaliar bem-estar fetal: CTG após estabilização. Bradicardia transitória durante convulsão é esperada — aguardar 15-20 min
  5. Parto: após estabilização materna (30-60 min). NÃO é indicação de cesárea de emergência imediata — a via de parto depende das condições obstétricas
Erro fatal

NÃO usar diazepam para tratar eclâmpsia. O sulfato de magnésio é a ÚNICA droga com evidência de reduzir recorrência de convulsões e mortalidade materna. Diazepam deprime o SNC fetal e materno.

Questões de Emergência Obstétrica

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